sexta-feira, 31 de março de 2017

MORRE NO RECIFE A CANTORA EVANGÉLICA CREUZA DE OLIVEIRA


                                                 
                                       Homenagem a cantora Creuza de Oliveira

Faleceu na tarde quinta-feira (30), a cantora Creuza de Oliveira, 84 anos, conhecida carinhosamente por “cantora das praças”.
Creuza de Oliveira fazia parte da Igreja Assembleia de Deus Pernambuco e era conhecida nacionalmente pela canção - Conversão do filho rebelde”, tocada nas rádios desde as década 80 e 90. A cantora se recuperava de uma depressão e de três acidente vascular (AVC).
No final de fevereiro a cantora havia sido internada e estava na UTI do Hospital da Restauração com uma infecção pulmonar e segundo informações de familiares seu cérebro já não respondia, devido a uma piora havia sido transferida essa semana para o Hospital Memorial Guararapes. Seu sepultamento está programado para acontecer no Cemitério Parque das Flores.
Da Redação: Hozana Araújo

quarta-feira, 29 de março de 2017

Homem conta como Deus o tirou das drogas para se tornar pastor: "Não resisti ao chamado"


Hoje, ele é pastor, mas Víctor Torres tem um testemunho forte sobre sua passagem pelas drogas e pelo crime. E foi graças as orações de seus pais que ele reconheceu que precisava de Cristo para ser livre do seu pecado.
Durante um período de rebelião, os evangelistas David Wilkerson e Nicky Cruz influenciaram muito a vida de Víctor. Eles acabaram se tornando seus pais espirituais. Além disso, sua mãe desempenhou um papel importante nesse processo, pois ela era a que mais orava pela conversão de seu filho e transformação de sua vida.
"Minha mãe teve um encontro com Jesus Cristo naquele tempo e foi aí que ela encontrou a fé. Tanta fé que ela trouxe isso para dentro de casa. E como eu costumo dizer aqui, antes Deus não morava com a gente, mas minha mãe o trouxe para viver aqui. A única cristã a tomar essa atitude de compartilhar sua fé com a gente, especialmente para mim”, disse.
Víctor confessa que no início não estava interessado em receber Jesus. “Na época, eu não queria saber de fé ou de Jesus. Eu não queria saber nada sobre isso. Mas ela foi persistente e conseguiu", relatou o pastor.
Dos livros para o cinema
Agora, sua história virou um filme que está ajudando a mudar a vida das pessoas. O pastor Víctor conta que teve essa ideia no funeral do evangelista Wilkerson. "Quando eu penso sobre isso, eu acho que por meio de um milagre, Deus ainda estava usando o pastor David Wilkerson. Foi em seu funeral que nasceu a ideia do filme sobre a minha história”, contou.
“Foi uma grande bênção para mim, porque era uma das orações que eu tinha que fazer. Transformar meu livro em um filme não parecia possível nas circunstâncias que passávamos. Mas, o filme nasceu", pontuou.
O filme “Víctor” foi lançado nos cinemas e já está impactando vidas. O governo da Costa Rica fez um acordo com os criadores do vídeo para usar ele em prisões e escolas do país.
"Isso é uma coisa que o governo está ajudando. Estamos empenhados em colaborar com as igrejas que não tem recursos. Além disso, ajudar pessoas que estão na prisão. Essas pessoas podem encontrar a solução para seus problemas e a solução é Jesus Cristo e seu amor”, disse.
“Ele não apenas nos ama, mas também nos atinge e pode transformar nossas vidas. Então, estamos bem felizes com esta oportunidade ", finalizou Víctor.
Confira uma entrevista com Víctor (em espanhol):

Igreja irá pagar casamento e lua de mel para casal moradores de rua, nos EUA


Decididos a passarem uma vida inteira juntos, um casal de moradores de rua recebeu um presente inesperado da igreja em que frequentam: a viagem de lua de mel.
Patrick e Sabrena vivem em uma barraca montada atrás da igreja Wesley Chapel Praise and Worship Center na cidade de Tulsa, em Oklahoma, nos Estados Unidos.
O casal se conheceu há cerca de um ano e não demorou muito para pensarem em casamento. “Eu diria que levou quase um mês [para pedir a mão de Sabrena]”, disse ele à rede americana KTUL-TV.
A história de vida em comum dos dois fez com que essa escolha fosse tomada de uma forma mais fácil. “Isso fez com que a gente se aproximasse um do outro e se conhecesse melhor”, disse Patrick.
Embora Patrick e Sabrena durma na rua, eles passam algumas horas de sua semana atuando como voluntários na igreja. Como forma de gratidão, a congregação está organizando não apenas a cerimônia de casamento, mas também a lua de mel.
“Não vejo nenhuma razão para alguém que é morador de rua ou alguém que é rico e vive numa mansão, para ter o grande dia menos especial”, disse Ashley Waitkus, uma das pessoas que está envolvida nesta campanha.
Ashley disse que a festa e a viagem serão simples, mas irão marcar boas lembranças. “Nós queremos fazer algo por aqui. Mas queremos dar a eles uma fuga agradável por alguns dias, onde eles não estejam nas ruas e possam dormir numa cama, ter uma boa refeição e fazer coisas divertidas”, disse Waitkus.
Além de ajudar o casal com seus próprios recursos, os fiéis da igreja também estão arrecadando dinheiro na internet através do site GoFundMe. O objetivo não está apenas em garantir dias inesquecíveis na viagem romântica, mas também iniciar uma conta poupança para o sustento do casal.
Para Patrick e Sabrena, este é um sonho se tornado realidade. “Significa mais que palavras”, disse Sabrena.


Evangelho cresce em Cuba, apesar do sofrimento imposto pelo governo

Décadas de repressão, prisões e torturas de pastores, demolições de templos e proibição de pregação. Nada disso ajudou o governo comunista de Cuba a conseguir seu objetivo de impedir o crescimento da igreja evangélica na ilha caribenha. Atualmente, a nação experimenta uma explosão sem precedentes do número de convertidos.
Centenas de milhares de cubanos abandonando a prática da santeria – religião afro comum no Caribe – e passando a frequentar igrejas metodistas, batistas, presbiterianas e pentecostais, além de comunidades apostólicas. Há muitos que decidiram abandonar as igrejas católicas, que estão debaixo de controle do governo. Nos últimos anos o governo intensificou a perseguição, demolindo dezenas de templos, alegando que os evangélicos não estavam autorizados a construir. Com isso, os fiéis começaram a fazer cultos nos quintais das casas e ao ar livre, atraindo ainda mais pessoas.
“Há um avivamento nestas igrejas, nas diversas denominações no país e todas estão crescendo, não só no número de membros, mas na capacidade de sua liderança e ação social”, comemora o pastor Joel Ortega Dopico, presidente do Conselho Igrejas de Cuba (CIC), em entrevista à rede ABC.
Embora não haja estatísticas oficiais, pois o governo evita divulgar esses números, observadores projetam que 60% dos 11 milhões de cubanos sejam batizados na Igreja Católica, apenas 10% frequentam as missas.
Segundo especialistas consultados pela Associated Press, existem cerca de 40.000 metodistas, 100.000 batistas e 120.000 membros da Assembleia de Deus, o grupo pentecostal que mais cresce – no início dos 1990 eram apenas 10.000. O Conselho de Igrejas diz que existem hoje cerca de 25.000 locais de culto evangélico. No ano passado, as igrejas associadas ao CIC distribuíram 300.000 Bíblias.
Apesar deste panorama de crescimento, um relatório elaborado pelo Departamento de Estado dos EUA indica que o governo cubano continua reprimindo a liberdade religiosa. A organização Christian Solidarity Worldwide (CSW), com sede em Londres, possui o registro de 2.380 violações da liberdade religiosa em Cuba em 2016, incluindo 2.000 igrejas que foram fechadas, além de 1.400 processos de confisco de bens.
A CSW também denuncia perseguição e prisão de líderes evangélicos. Seu porta-voz, Kiri Kankhwende, denunciou o governo de Raúl Castro, que tenta restringir as atividades evangelísticas. Um dos casos mais conhecidos é o do pastor Juan Carlos Nunez, cuja igreja na província de Las Tunas foi derrubada. O mesmo aconteceu com o templo do pastor Bernardo de Quesada, em Camagüey.
Ambos são do Movimento Apostólico Cubano. Nunez, além de perder o espaço de culto de sua congregação, enfrentou julgamento por reclamações de vizinhos sobre o barulho. Acabou condenado a um ano de prisão domiciliar. “Nossa tarefa é pregar. Não nos misturamos com política”, desabafa. “Se houvesse uma lei de culto nada disso iria acontecer e tudo ficaria claro.” Já Quesada enfatiza que vai continuar pregando. “Não vou ficar quieto. Eles (as autoridades) me toleram, mas não me engolem”, assevera. Quando viu sua igreja ser derrubada, fez uma declaração surpreendente “Quer saber? Não importa que eles derrubem, a perseguição é boa para a Igreja, pois nos fortalece”.
De certa maneira, o espaço conquistado pelas igrejas fez com que elas passassem a ser vista de outra maneira. Em alguns casos, passaram a receber permissão oficial de atividades que antes eram proibidas, incluindo campanhas de prevenção da Aids, projetos de agricultura sustentável, energia renovável, distribuição de remédios, treinamento de trabalhadores agrícolas e socorro em casos de desastre. “As autoridades cubanas compreenderam a necessidade de nossa presença. O diálogo com o governo ainda continua, mesmo que nem sempre concordemos”, resume Dorilin Tito, pastor da Igreja Batista.
Fonte: Gospel Prime

Tatá Werneck veta piadas com religião: “É preciso ter um limite”

Fazer piadas sobre religião é cada vez mais comum entre os humoristas da atualidade. Tatá Werneck parece querer trilhar um caminho diferente em seu novo programa, o talk-show Lady Night, no Multishow, que estreia no próximo dia 10. A atriz conhecida pelo humor subversivo e sem limites, mudou de atitude na hora de entrevistar padre Fábio de Melo. Segundo informações da coluna “Sem Intervalo”, do jornal Estadão, Tatá vetou piadas com religião no Lady Night.
A equipe da atração havia sugerido uma sequência de brincadeiras, mas Tatá não autorizou: uma disputa de oração entre o convidado e outro religioso, uma batalha de rap de Salmos da Bíblia, e a instalação de um confessionário no palco. “É preciso ter um limite. Sempre fui muito religiosa e não gosto de brincar com religião”, comentou Werneck à coluna.

A religião e o humor

O programa Na Moral da TV Globo, exibido em setembro de 2013, levou quatro humoristas para comentarem sobre os limites da piada. Participaram do programa os humoristas Bruno Mazzeo, Gregório Duvivier, Helio de La Peña e Renato Aragão. Quando o apresentador Pedro Bial mostrou um vídeo do canal Porta dos Fundos sobre religião, o eterno Didi, de Os Trapalhões, disse ser contra fazer piadas de religião e a discussão esquentou.
“Não precisa usar a religião para fazer humor. Eu acho que até agride, coisa que agride é você criticar uma religião, muçulmana, católica, evangélica, tudo”, disse Renato Aragão. Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, discordou e afirmou sua posição como ateu dizendo que “não existe um sagrado absoluto”. “Olha só, eu acho que é engraçado a gente desmistificar. O meu Deus não é o Deus de outras pessoas. Não existe um sagrado absoluto.”
Fonte: Gospel Prime

Pastora Sarah Sheeva anuncia que ensinará “como deixar de ser cachorra” em curso para mulheres

A pastora Sarah Sheeva é conhecida por sua extravagância e palestras que decidiu chamar de “Culto das Princesas”. Agora, ela decidiu oferecer um curso com técnicas para as mulheres que querem “deixar de ser cachorras”. As aulas sobre “como deixar de ser cachorra” foram anunciadas pela cantora e pastora em seu perfil no Instagram. A justificativa da pastora é que existem mulheres que precisam de orientações sobre como se portar na busca por um marido.

“Vamos aprender mais sobre como deixar de ser ‘cachorra’ e se tornar Princesa! Vou rasgar o verbo lá! Vamos rir, chorar, conversar, e adorar muito a Deus! E lembrem-se: é proibida a entrada de homens (e meninos acima de 2 anos)”, escreveu Sarah Sheeva. As aulas do curso para “deixar de ser cachorra” têm previsão de início para o dia 12 de abril, “somente para mulheres que ainda não são casadas”. Na prática, essa é a nova temporada do “Culto das Princesas” lançado há alguns anos: “No final abrirei para responder perguntas […] Peço que não façam caravanas, pois o espaço onde será realizada ainda não é grande”, frisou. 
Para evitar mal-entendidos, Sarah Sheeva salientou que o curso não será cobrado: “A entrada é franca! Não haverá inscrição por enquanto. Vai ser tremendo!”, concluiu.
Fonte: Gospel Mais

Chamado de herege, pastor Silas Malafaia se revolta e desafia tradicionais a provarem acusações

O pastor Silas Malafaia, novamente, entrou em uma polêmica, e dessa vez, com os próprios irmãos na fé protestante, porque havia sido chamado de herege pelo pastor Paulo Júnior, do ministério Defesa do Evangelho. Em um vídeo curto, com o título “Defesa do evangelho? Ataca pastores pentecostais e não confronta ímpios. PIADA!”, Malafaia diz estar “cansado de ser caluniado e difamado por ímpios”, e compara, sem citar nomes, Paulo Júnior com Caio Fábio.

“Deixa eu dar uma explicação a vocês, porque tem gente enganada. Eu nunca ataquei pastor tradicional chamando de herege. Eu acho que você está precisando verificar mais um pouco. Eu fui citado nominalmente como herege”, diz Malafaia. “Agora vem um pastor tradicional atacar pastores pentecostais. O que eu falei [antes] e estou repetindo aqui: ele não cita um pastor tradicional, nem da linha dele. E eu já vi esse filme no Brasil. Muitos de vocês eram fedelhos, ou nem tinham nascido, quando um pastor da mesma vertente teológica dele, se intitulou o alto defensor e juiz da igreja evangélica, acusando quem estava certo ou errado. Onde é que está esse camarada hoje?”, questionou.
A indignação foi além e, horas depois, queixou-se da ofensa feita a ele por Paulo Júnior, salientando que divergência teológica não é precedente para agressão e desrespeito: “Quero fazer um desafio a você. Põe o título dos livros e as páginas”, pediu, referindo-se às heresias de que foi acusado de defender. Em seguida, reiterou: “Meus livros, Mike Murdock, Miles Munroe, Morris Cerullo. Mostra onde há heresia”. Depois, disse que não concorda com a íntegra do que estes líderes pentecostais defendem, e destacou: “Até agora não apareceu ninguém para me contraditar na Bíblia”.
Fonte: Gospel Mais

A restauração da Nação só acontecerá quando a Igreja se abrir para Deus, diz pastor Hernandes Dias Lopes

Em tempos de crise econômica e social, com os malfeitos de corrupção sendo expostos diariamente, é comum ver pastores incentivando os cristãos a orarem pela cura da Nação. Entretanto, o pastor Hernandes Dias Lopes alerta que Deus não agirá na sociedade antes de terminar a restauração da Igreja.
Com um sermão baseado em II Crônicas 7, o pastor presbiteriano afirmou que é preciso atentar para a vontade do Pai em relação à proposta de experiência profunda e gloriosa da qual se trata o Evangelho, e disso, surgirá o avivamento espiritual.
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”, destacou Lopes, recitando o versículo.
A condicionante da mensagem foi enfatizada pelo pastor: “Mesmo sendo povo de Deus, nós podemos, rebeldemente, nos afastar da intimidade de Deus. Nessa hora Deus precisa nos disciplinar para nos voltarmos para Ele”.
Seguindo o raciocínio lógico, Hernandes Dias Lopes observou que a obra divina necessariamente tem seu início no corpo de Cristo: “Deus não irá restaurar a nação antes de restaurar a Igreja. O juízo começa pela casa de Deus. A mudança começa em nosso coração”, disse ele.
O pastor foi além, frisando que “a soberania de Deus não anula a nossa responsabilidade” de buscá-Lo, e de fazer com que a transformação causada pelo Evangelho em nossas vidas seja percebida pelos demais.
“Por isso, avivamento começa com choro. Começa não com a religiosidade teatral, onde se rasga as vestes e não o coração”, exortou. “Todos os avivamentos da história foram precedidos por oração. Se nós queremos avivamento para a igreja e restauração da Nação, nós precisamos nos humilhar e buscar a Deus em oração. Não há outro caminho. Essa é a receita de Deus”, acrescentou.

Autocrítica

Hernandes Dias Lopes convidou os ouvintes de seu sermão, pregado na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, a uma reflexão sobre a oração, e pontuou que nossas preces nem sempre são uma ação em busca da presença de Deus.
“Passe um prumo nas orações feitas hoje e você verá isso. O conteúdo da maioria das orações é ‘me dê, abençoe minha casa, meu trabalho, meus amigos’… Nós estamos orando como se Deus fosse uma espécie de ‘office boy celestial’”, criticou.
“Avivamento não é sede de bênçãos. Avivamento é sede de Deus […] É buscar a face de Deus, é ter ânsia por Deus, é desejar mais do que qualquer outra coisa a manifestação de Deus”, explicou.
O sermão, rico, chamou atenção ainda para o fato de que a Bíblia é enfática ao dizer que é preciso abandonar os maus caminhos: “Nenhum de nós está fora do alcance dessa exortação — todos nós temos maus caminhos que precisamos abandonar. Nós queremos um avivamento e este avivamento passa por nós. Deus está mostrando o caminho e o preço que devemos pagar”.
Fonte: Gospel Mais/Tiago Chagas

terça-feira, 28 de março de 2017

Ex-terrorista arrisca a vida para pregar sobre Jesus

Vinte e dois refugiados se reúnem em um apartamento no subsolo de um prédio em Istambul, Turquia. Vários deles têm nomes islâmicos. Porém, o motivo da reunião é fazerem um estudo bíblico e orações. Hoje todos são cristãos.
Seu líder ouve piadas sobre ser um irhabi (terrorista). Não é para menos, Bashir Mohammad, 25 anos, que conduz o estudo, tomou a piada bem, até 2013 era membro da Frente Al-Nusra, um ramo da Al Qaeda na Síria.
Ele diz que naquela época teria matado qualquer um que sugerisse que ele um dia deixaria de ser muçulmano. Sua esposa, Hevin Rashid, concorda.
Diferentemente de milhares de refugiados sírios, o casal não pensa em ir para a Europa. Vivem na Turquia, um país de maioria muçulmana, e esperam a guerra acabar para voltar para sua casa. Sua história foi contada recentemente pelo The New York Times.
Bashir nasceu e cresceu em Afrin, na parte curda do norte da Síria. Toda a sua família é muçulmana e desde a adolescência flertava com o extremismo. Aos 15 anos, seu primo Ahmad o levou para ouvir pregadores jihadistas. Ele logo se interessou pelas interpretações mais extremas do Islã.
Quando a guerra estourou na Síria, em 2011, juntou-se às forças curdas na luta pela autonomia de sua região. Ao ver dezenas de mortes numa guerra sangrenta, repensou toda a sua vida. “Quando vi todos aqueles cadáveres”, lembra, “isso me fez acreditar em todas as coisas que ouvia nas palestras. Aquilo me fez buscar a grandeza da religião”.
Voltando a se interessar pelo extremismo, em 2012 juntou-se à frente al-Nusra, que procurava estabelecer um governo baseado na sharia, aos moldes do Estado Islâmico. Ele viu seus colegas esmagarem vários prisioneiros com uma patrola. A diferença é que, deste vez, acreditava que as execuções faziam sentido. “Eles costumavam nos dizer que essas pessoas eram inimigas de Alá”, justifica.
Sua família estava insatisfeita com a radicalização do jovem, mas ele demorou a perceber o quanto havia se fechado para o que estava à sua volta. “Fui para a Nusra em busca do meu Deus”, disse ele. “Mas depois que eu vi muçulmanos matando muçulmanos, percebi que havia algo errado. ”
Em 2014, ele e sua esposa fugiram da zona de guerra e juntaram-se aos cerca de 2,5 milhões de outros sírios exilados na Turquia. Continuava sendo um muçulmano zeloso até que, no começo do ano seguinte, Hevin ficou gravemente doente.
Os médicos não identificavam o problema. Bashir decidiu ligar para seu primo Ahmad, que hoje vive no Canadá. Porém, ao pedir orações pela esposa doente, ficou chocado ao saber que ele havia se convertido e seguia a Jesus, um profeta menor dentro do Alcorão.
Ahmad pediu para orar em nome do Jesus que ele seguia e que Bashir colocasse o telefone perto da mulher para que seu grupo de oração pudesse cantar e orar por sua saúde. Horrorizado, Bashir disse que não queria, mas acabou cedendo aos apelos do primo.
Quando Hevin melhorou, poucos dias depois, ele entendeu que isso era fruto das orações do primo. Intrigado, pediu que lhe recomendasse um pregador cristão em Istambul, que poderia explicar melhor essa religião. Recebeu o contato de Eimad Brim, missionário evangélico da Jordânia. Mesmo sabendo que abandonar o Islã poderia lhe custar a vida, ele continuou a procurar respostas.
Percebeu que ler a Bíblia lhe deixava “mais calmo do que ler o Alcorão”. Começou a visitar algumas igrejas com a esposa e disse que se sentiu melhor que nas mesquitas. O que selou a conversão do casal foram os sonhos.
Quando estava decidida a abandonar o Islã, Hevin disse ter sonhado com uma figura que usava poderes celestiais para dividir as águas do mar. Ela disse que era Jesus. Tempos depois, Bashir também sonhou que Jesus lhe oferecia comida.
“Há uma grande diferença entre o deus que eu costumava adorar e o que eu adoro agora”, testemunha. “Nós costumávamos adorar por medo, mas agora tudo mudou”.
Ela sabe que sua rejeição ao Islã faz dele um alvo para seus antigos aliados fundamentalistas. Questionado se não tem medo, resumiu-se a dizer: “Confio no meu Deus”.
Jarbas Aragão

Pastor é assassinado a tiros durante culto em congregação da Assembleia de Deus

Um culto na noite do último domingo, 26 de março, terminou com o pastor assassinado a tiros, dentro da igreja. O caso, registrado na cidade de Itaboraí (RJ), repercutiu na imprensa local e a Polícia Civil já investiga um suspeito.
O pastor Custódio Gonçalves, 57 anos, era o dirigente da Assembleia de Deus Ministério Apascentando Ovelhas. O templo, localizado no bairro Santo Antonio, em Manilha, estava cheio no momento do crime.
De acordo com informações do G1, um homem entrou no templo por volta das 20h30, enquanto o culto acontecia, e efetuou os disparos contra o pastor. A Polícia foi chamada, mas quando chegou, Custódio Gonçalves já estava sem vida.
A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí assumiu a investigação do caso, mas ainda não sabe o que motivou o crime. Um suspeito foi preso nas primeiras horas dessa segunda-feira, 27 de março, e levado à delegacia para prestar depoimento.
A TV Globo noticiou que o delegado responsável não revelou detalhes sobre o depoimento do suspeito. Amigos e familiares do pastor disseram que Custódio Gonçalves trabalhava como Guarda Municipal de Itaboraí, cidade que faz parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, fiéis da denominação dirigida pelo pastor, assim como amigos e familiares, prestaram homenagens a ele: “Que o Senhor receba o nosso irmão em seu reino e lhe dê paz e o merecido descanso”, escreveu um internauta.
“A certeza como cristã que eu tenho que um dia vamos todos se encontrar na cidade santa. Lá sim não haverá mais dor. Sim seremos eternamente felizes. Que Deus conforte o coração de todos e em breve estamos juntos na cidade santa, muito alegres”, afirmou outra usuária do Facebook.
Fonte: Gospel Mias/Tiago Chagas

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