MENSAGENS

21/03/2011

Palavras de Bênção

A lei do retorno

 



Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações ( Jer 17:10).

Recentemente vimos na televisão uma cena interessante em uma novela. A jovem casada, perseguida pela ex-amante do marido, diz a mesma que todo mal que ela havia praticado contra ela e seu filho voltariam sobre ela mesma, que isto era a Lei do Retorno.

Na verdade trata-se da Lei da Semeadura. O que a pessoa semear, vai colher (Gl 6: 7).

Um amigo, grande artista plástico do Sul de Minas, me disse uma vez, quando lhe perguntei como estava a vida dele com Deus: “Você pode não plantar, mas se plantar, vais colher”.

Na história do povo Hebreu os midianitas provaram isto, quando após perseguirem e destruirem a plantação do povo de Deus, sonharam que um grande pão torrado caía sobre eles.

Chegando, pois, Gideão, eis que estava contando um homem ao seu companheiro um sonho, e dizia: Eis que tive um sonho, eis que um pão de cevada torrado rodava pelo arraial dos midianitas, e chegava até à tenda, e a feriu, e caiu, e a transtornou de cima para baixo; e ficou caída ( Jz 7:13).

Na vida também não é diferente. Quando somos acusados e perseguidos por nossos inimigos, sem razão, por puro ódio e inveja diabólica, mal sabem eles que tudo virá sobre si mesmos.

Deus é misericordioso, mas também é Justiça e Juízo. Não ama a iniquidade e nem falsidade.

Ele se recusa a aceitar que a “menina de seus olhos” sofra injustiças e fique prostado por terra, derrotado por Satanás, que aliás não tem nem a chave de sua própria casa, pois esta, está nas mãos do Senhor Jesus Cristo!

Então, porque se estressar por causa dos ímpios?

Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. ( Jer 9:24)

Jeová é o teu cavalheiro que cavalga para vencer, todos os teus inimigos cairão diante de ti!

Deixa Deus agir!

SHEVA BRACHOT!

MANOEL VALENTIM

23/02/2011 

É possível ser "cristão" sem uma igreja?

Como um cristão pode crescer espiritualmente? Seria possível crescer alheio a vida da igreja? O que significa ir à igreja? Que importância existe em conviver com pessoas que mal conheço? Seria possível desenvolver uma vida espiritual à parte da vida na igreja?
Estas perguntas são feitas a anos, por milhares de pessoas defraudadas por instituições religiosas. Apesar desta triste realidade, ainda é necessário lutarmos pela unidade da Igreja. O desígnio claro de Deus é a restauração da unidade de todas as coisas em torno de Cristo. (Ef 9:10). O Pentecoste só foi inaugurado mediante a igreja reunida (unidade) em Jerusalém.
Jesus mesmo disse: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome ali eu estarei" (Mt 18.20). Ressaltando a importância da comunhão. Quando os irmãos se reúnem Deus se faz presente de uma maneira especial. É na unidade do povo de Deus que o Senhor "ordena a sua bênção e a vida para sempre" (Sl 133.3).
Muitas orações são respondidas porque oramos juntos, por estarmos em unidade: (Mt 18.19) "Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhe-á concedida por meu Pai que está nos céus".
Apesar de Deus nos ver como indivíduos, a Bíblia jamais exalta a individualidade como proposta de vida cristã. A "independência" no cristianismo não é uma virtude, mas um desvio de conduta. A vida congregacional, comunitária, forma o Corpo de Cristo, isto é, estamos ligados interdependentemente.
Não pode existir cristãos "ilhados", isolados de todos os outros. Até mesmo a oração do "PAI NOSSO", perde sentido quando é feito individualmente. Não existe auto-batismo, auto-ministração, não podemos tomar a Ceia sozinhos. Muitos com o intuito enganoso de se acharem superiores ou inferiores, afastam-se da comunidade, acreditando que Deus poderá fazê-los crescer sem ninguém com eles. Não existe relacionamento com Deus que não "desemboque" no relacionamento com o outro.
Por esta razão nos exorta o autor de Hebreus, dizendo: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima". (Hb 10.25).
Buscar a verdade, sem buscar a unidade espiritual é um engano. Nenhum cristão pode crescer sozinho, alheio à igreja. Devemos estar vinculados ao Corpo de Cristo, que é a reunião dos Santos, não pode haver vida fora do Corpo. Congregar é vital para o desenvolvimento espiritual sadio.


Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.

Via: www.guiame.com.br 

 

Sou evangélico, qual o problema em pular carnaval?


Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema no Carnaval. Para eles, se não tiver azaração, pegação, bebidas e drogas, não existe nenhum mal desfrutar da festa de Momo, mesmo porque o que importa é a diversão. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito! E outra coisa: Que mal tem se alegrar ao som dos sambas enredos do Rio de Janeiro?
Pois é, o que talvez estes crentes IGNOREM é a história, o significado e a mensagem do carnaval.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: "O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.

Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia).
"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.
A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:
"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deusdo vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia)
Pois é, no Brasil o carnaval possui a conotação da transgressão. Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.
Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal. Participar da festa de Momo significa se deixar levar por valores anti-cristãos e imorais permitindo assim que o adversário de nossas almas semeie em nossos corações conceitos absolutamente antagônicos aos ensinos deixados por Jesus.
Para terminar essa reflexão, compartilho um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) que foi um ministro presbiteriano nordestino muito conhecido por seu rico ministério, no Recife, e por suas qualificações como literato e apologista da fé cristã.

De sua lavra surgiram artigos penetrantes, livros inspiradores e poesias tão belas quanto incisivas e pertinentes aos temas apresentados.
"Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante!Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado...

Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,

Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais

Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!

Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impúdica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do "Dia do Senhor" profanação.

Carnaval!Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!

Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo...

Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.

Carnaval!Vitando Carnaval!
Festa sem Deus!Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,

Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,

Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,

Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,

E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no "frevo" , as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,

De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,

A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados...
Carnaval!Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!

Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte.
"
Pense nisso!
Por Renato Vargens
Via Púlpito Cristão
Via: www.guiame.com.br

17/02/2011

A busca pelo poder

Extraído do site de  Nívea Soares autorizado por sua assessoria

É fato. O ser humano é viciado em poder. A idéia de se exercer domínio sobre outras pessoas parece muito sedutora. Por causa da sensação de poder o ser humano passa por cima de muitos, quebra princípios, mente, manipula, usa, oprime. Na Bíblia temos vários exemplos disso. Adão e Eva, iludidos pela serpente, comeram do fruto que não deveriam comer porque desejaram ser iguais a Deus(Gênesis 3). Davi tomou para si a mulher de Urias e o matou, porque por um momento pensou que a monarquia lhe daria esse direito (2 Samuel 11). Simão, o mago, ofereceu dinheiro aos apóstolos para que lhe fosse dado o poder do Espírito Santo e assim pudesse continuar impressionando o povo (Atos 8:9-24). A busca desenfreada pelo poder parece cegar as pessoas. Ao olhar para a sociedade vemos que alguns se tornam verdadeiros monstros egoístas quando são contemplados e absorvidos pela fama e pelo dinheiro. Alguns se tornam desumanos ao entrarem em contato com o poder.
Alguns ainda têm a idéia errônea de que o fato de serem cristãos ou de estarem envolvidos em um ministério os torna superiores aos outros. O status e a projeção que um ministério oferece podem contribuir para que as pessoas percam a visão de um verdadeiro chamado e serviço. Vale a pena lembrar que nosso chamado é para sermos filhos de Deus (João 1;12); ovelhas do Pastor amado (João 10:14); membros do corpo onde Cristo Jesus é o cabeça (Efésios 4:15,16); servos que imitam seu Senhor (João 13:15-17); aqueles que levam as boas novas do reino de Deus a toda criatura (Marcos 16:15; Mateus 28:19,20); aqueles que servem e amam (Gálatas 5:13,14).
Jesus é o nosso maior exemplo ministerial. As pessoas se sentiam livres para aproximarem dele. Ele não usava de manipulação para atraí-las. Através dele se manifestava verdadeiramente o poder de Deus!
É maravilhosa a afirmação de Paulo na segunda carta aos Coríntios 5:13. O amor e a simplicidade de Jesus nos constrangem e nos desafiam. Perto dele todos os nossos aparatos religiosos se tornam vazios, sem razão. Sobre Jesus Isaías disse no cap. 42: 1- 4 ” Eis meu servo a quem sustenho, o meu escolhido em quem tenho prazer. Porei nele meu Espírito, e ele trará justiça as nações. Não gritará, nem clamará, nem erguerá a voz nas ruas. Não quebrará o caniço rachado, e não apagará o pavio fumegante. Com fidelidade fará justiça”.
Jesus definitivamente não foi uma figura sensacionalista como outros líderes e governantes na história mundial. Não foi autoritário como os grandes ditadores. Não foi manipulador e nem usou de artifícios estrondosos para atrair as multidões. No entanto, ele é a pessoa mais influente e fascinante que já pisou sobre a terra. Diante do tentador que lhe ofereceu uma fama passageira, se concordasse em pular do alto do templo e ser segurado pelos anjos, ele não cedeu.
Ele não negociou com os poderosos de sua época. Não foi político e nem se envolveu com os negócios corruptos que imperavam em Israel naqueles dias. Não quis ser um rei político como o povo desejava. Diante da possibilidade de receber a glória dos homens ele não se impressionou. Não se exaltou, mas como diz Filipenses 2: 6- 8 “embora sendo Deus não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte e morte de cruz!”
Não se impôs diante da fragilidade dos que se aproximavam dele. Respeitou a medida de fé que cada um era capaz de ter. Preferiu dar dignidade às pessoas à sua volta do que seguir a lei dos homens. Ofereceu graça aos desprezados, marginalizados e também aos abastados e bem posicionados na sociedade.
Num mundo dividido em tantas facções, Jesus nos convida a fazer parte de um reino onde igualmente nos relacionamos com Deus como Pai. Sem elites. Sem filhos prediletos. Sem a culpa que assombra os que não têm uma identidade. Podemos todos nos achegarmos a Ele pelo novo e vivo caminho. Sem subjugarmos, mas amando e servindo uns aos outros. Ele nos chamou, não para mais um clube social ou instituição humana, mas pra fazer parte do seu corpo, sua igreja, sua noiva. Ele se deu por nós “sendo nós ainda pecadores”(Romanos 5: 8), e pela cruz, colocou a todos nós os que cremos nele, no mesmo patamar: somos chamados filhos de Deus.

Fonte: http://www.niveasoares.org/

15/02/2011 

Quarto Cavaleiro do Apocalipse: E se o vídeo for verdadeiro? Entenda as consequências e o significado da aparição

A presença do que seria o Quarto Cavaleiro do Apocalipse, representante da morte, causou muita polêmica e repercussão em todo o mundo. Milhares de cristãos e não cristãos discutem se o vídeo é verdadeiro ou não, mas e se for? No que implicaria a aparição do Quarto Cavaleiro do Apocalipse e o que isso quer dizer aos olhos da Bíblia?
Intrigado com o vídeo, o escritor e conferencista Bruno dos Santos decidiu analisar as imagens. Bruno é Pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo e coordenador geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas), além de ser formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança e segundo ele: “O que está acontecendo no Oriente Médio, em especial no Egito, e ao redor do mundo, nada mais  é que uma prova cabal de que as profecias estão cada vez mais próximas e presentes em nossa geração”.
Para o Pastor, caso o vídeo seja realmente verdade, esta é mais uma prova de que estamos no fim do mundo, já que assim como no livro de Lucas capítulo 21, versículos 11 e 12 o próprio Jesus relata sobre como será o tempo próximo do Apocalipse. O texto bíblico fala sobre terremotos, fome, pestes, sinais vindos do céu e perseguições religiosas: “segundo o que as profecias ditam, estamos vivendo tempos difícies, tempos de guerras civis, ajustes de poder, domínios culturais e porque não, tudo isso como manisfestações espirituais no tempo e espaço”.
Na opinião do teólogo os Quatro Cavaleiros do Apocalipse seriam “sistemas de domínio de massa” comandados por satanás para destruição, e devidamente autorizados por Deus para se manifestarem “para juízo do mundo todo”. Ele também acredita que a estranha aparição animais mortos em diversos lugares do mundo, além do aumento de doenças e a morte de pessoas em protestos e tragédias ambientais se explicam na passagem em Apocalipse 6:8 mostrando então “um grande sinal apocalíptico” na Terra.
O mais surpreendente sobre a o quarto cavaleiro, é que a morte e o inferno possuem autoridade sobre 1,5 bilhão de pessoas. Essas pessoas morrerão separados do conhecimento de Deus. A característica desse cavaleiro é assustadora, ele possui uma cor verde-pálido (amarelado). A cor da desgraça. Em grego essa é a idéia expressa no original ( – híppos khlorós).
O Pastor Bruno ainda alerta: “isso nos leva a crer que é chegado o tempo da desgraça sobre o mundo que rejeita Deus. Os cavaleiros ceifarão a vida daqueles que desconhecem a Palavra de Deus e os seus atributos. Até mesmo os cristãos nominais sofrerão diante das calamidades mundiais que virão sobre a terra”.
Encerrando o Pastor afirmou que o vídeo é falso, mas os sinais no mundo como guerras, mortes e perseguições seriam verdadeiros, por tanto físico ou não os Cavaleiros do Apocalipse já estariam na Terra: “Ainda que não haja um cavaleiro de verdade, há todas as prerrogativas dele, há guerra, há violência, há revolta, há desgraça, que é a cor do quarto cavaleiro”.

Fonte: Gospel+ 

10/02/2011

Silas Malafaia fala sobre o que a igreja não pode deixar de ser

No último Culto da Celebração da Ceia do Senhor (06/02), realizado no Ginásio do Olaria em três etapas com a participação total de cerca de 13 mil membros da ADVEC. O pastor Silas Malafaia divulgou os alvos da igreja para 2011 e trouxe uma Palavra para o corpo de Cristo sobre “O que a igreja não pode deixar de ser”.
Abaixo seguem os tópicos da mensagem para reflexão, prática e aprendizado.
Tema: O que a igreja não pode deixar de ser
Texto: Mateus 16.18 - E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Nós somos a Igreja que vem do original Eclésia, ou seja, fazemos parte do Corpo de Cristo em qualquer lugar do planeta. Somos uma igreja.
Por sermos um corpo temos uma única essência. E como igreja não podemos deixar de ser:

1 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER EXCLUSIVAMENTE DE JESUSNo texto de Mateus 16.18 Jesus diz “minha igreja”. Somos uma igreja com um único dono: Jesus. Não tem papa, apóstolo, bispo, pastor, ninguém que seja dono da igreja. A igreja pertence exclusivamente a Jesus Cristo, pois Ele a resgatou com o seu sangue.

1 Pedro 1.18, 19 - Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver, transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito.

1 Coríntios 6.20 - Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.

2 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER EXCLUSIVAMENTE FUNDAMENTADA EM CRISTO1 Pedro  2.6 - Pois assim é dito na Escritura: "Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado".
Jesus é a pedra principal de esquina e o fundamento da igreja.
1 Coríntios 13.11 - Porque ninguém pode colocar outro fundamento além do que já está posto, que é Jesus Cristo.
3 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER AGÊNCIA DO CÉU NA TERRAAgência são instituições que tratam de assuntos específicos. A igreja é a agência do céu na terra porque trata dos assuntos do Reino de Deus. Estabelece o Reino de Deus.
1 Coríntios  4:20 - Pois o Reino de Deus não consiste de palavras, mas de poder.

Lucas 9.2 - e os enviou a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos.
A prioridade da igreja é implantar o Reino de Deus na terra. Muitos sofrem porque buscam primeiro os seus interesses pessoais e por isso enfrentam muitos problemas. Quando buscamos em primeiro lugar o Reino de Deus todas as outras coisas nos são acrescentadas. Esse é o nosso diferencial como Igreja.
 Mateus 6.33 - Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.

4 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER REPRESENTAÇÃO VISÍVEL DE QUE CRISTO É VENCEDORO mundo está sob o poder de satanás, mas quando ele vê a igreja representada em algum lugar, ele sabe que naquele local o maligno não pode dominar.

1 João 5.19 - Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno.
Jesus é a representação maior do que o diabo.
1 João 5.18 - Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado. Aquele que nasceu de Deus, Ele o protege e o maligno não o atinge.

Pode vir para a igreja cheio de pecado, mas quando entrega a sua vida a Cristo e é liberto o diabo tem que sair fora, porque tem alguém maior que ele na casa.

5 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER O LUGAR DA COMUNHÃO1 Coríntios 12.12 - Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo.

Os membros do corpo interagem entre si para haver crescimento, vida.  Eu preciso de você e você precisa de mim. Esse relacionamento não pode ser superficial, tem que haver amor.

Colossenses 3.12,13,14 - Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito.

João 13.35 – Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

6 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE
O termo artista vem do termo hipócrita, aquele que passa por alguma coisa que não é. O resultado é uma falsa religiosidade, falsa espiritualidade, falso cristianismo.

Mateus 7.21 - Nem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.

Os pentecostais gostam de associar vida com Deus à manifestação dos dons. Há muitas pessoas que sobem no altar e no nome de Jesus profetizam, expulsam demônios e operam curas, mas vivem no pecado. Há diferença entre pecar e viver na prática do pecado. Essas pessoas que vivem no pecado usurpam os dons de Deus.

É importante entender que manifestação dos dons de Deus é sinal do seu poder e da sua misericórdia, não está associado à conduta. A autoridade profética e espiritual diante da igreja na terra é o pastor. Quando o pastor coloca no púlpito pessoas que vivem no pecado, ele está dando legalidade para o espírito que opera naquela pessoa venha operar na igreja.

7 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER SUSTENTADA PELA PALAVRA DE DEUS.O que sustenta a igreja não são eventos, festas, eloquência de pregadores, não é a voz dos cantores; porque no mundo tem tudo isso e até melhor. O que sustenta a igreja é a Palavra de Deus. Muitas festas e eventos evangélicos, infelizmente, são verdadeiras fogueiras de vaidades.

Em Mateus 13 a Parábola do Semeador mostra o valor da terra fértil quando recebe a Palavra. Satanás sabe o valor da Palavra na vida de um cristão por isso ele faz de tudo para tirar a prioridade da Palavra, inclusive dos cultos.

Mateus 4.4 – Jesus respondeu: Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda Palavra que procede da boca de Deus’.

Somente a Palavra sustenta e mantêm o cristão em pé. Pela Palavra conseguimos dar bons frutos.

8 – A IGREJA NÃO PODE DEIXAR DE SER A NOIVA DO CORDEIRO
A igreja não pode se aliançar com outro que não seja Jesus, se não comete prostituição. Não pode se aliançar com o Estado. Líderes e membros podem ter opinião política como cidadãos, mas não podem usar o nome da igreja para promover política partidária ou candidato.

Não mexa com a noiva de Cristo. Não a machuque, não a ofenda, não a maltrate. O noivo cuida da sua noiva e ninguém pode mexer com a noiva e ficar impune. O dia das bodas do Cordeiro está chegando. Ele vem.

Apocalipse 19:6,7 - Então ouvi algo semelhante ao som de uma grande multidão, como o estrondo de muitas águas e fortes trovões, que bradava: "Aleluia!, pois reina o Senhor, o nosso Deus, o Todo-poderoso. Regozijemo-nos! Vamos alegrar-nos e dar-lhe glória! Pois chegou a hora do casamento do Cordeiro, e a sua noiva já se aprontou

Fonte: Advec

09/02/2011 

PIERRE ONASSIS, EX-CANTOR DO OLODUM, TRILHA UM NOVO CAMINHO

Ele tinha 14 anos quando começou a frequentar os ensaios do Olodum, no Pelourinho, um dos locais mais procurados pelos turistas que visitam Salvador. Aos 17, Pierre participou de um festival promovido pelo grupo, ficou em segundo lugar, e foi convidado para ingressar na ala de canto da banda, na qual permaneceu por nove anos. Daí em diante não parou mais. Suas músicas ficaram famosas na voz de renomados artistas e grupos baianos. Em 2007, no entanto, Pierre Onassis decidiu deixar a fama e a popularidade para seguir um novo caminho, com Cristo. Neste bate-papo, o cantor compartilha sua experiência, conta porque valeu a pena tomar essa decisão mesmo diante das críticas e incompreensões, e fala sobre o seu primeiro CD pela Central Gospel Music.
Como foi seu encontro com Cristo?
Deus permite que a gente trafegue por muitos caminhos para que um dia a gente perceba que somente Ele pode conceder o que realmente necessitamos e preencher o vazio que existe no coração daqueles que não têm Cristo como seu Salvador. Não me converti para ganhar dinheiro na igreja nem para obter fama, sucesso ou popularidade, porque tudo isso eu tinha, porém em nenhum momento tive a verdadeira felicidade. Ao aceitar Jesus, coloquei na balança o que vivi e o que Ele poderia me proporcionar, que é justamente a liberdade espiritual que eu não tinha.
Que momento marcou essa experiência?
Eu vivia um período bastante conturbado, que estava comprometendo meu relacionamento com minha esposa e meus filhos. Havia uma grande bagunça na minha cabeça. Eu não sabia para onde ir, o que fazer, e o que deixar para trás. Foi nessa época que cheguei até Cristo. Ele retirou a venda que encobria meus olhos, e despertei para o Seu amor, para a Sua Palavra.
Deus operou um milagre em sua família? Como isso aconteceu?
Satanás bagunçou minha vida durante um tempo. Eu estava muito envolvido com os shows e com tudo o que cerca este mundo. Sem perceber, afastava-me cada vez mais da minha esposa e dos meus filhos, Mateus, Yasmin e Pierre. Em um determinado momento cheguei a pensar em me separar e seguir sozinho. Minha conversão aconteceu quando o Senhor me fez compreender que minha família era fundamental para que eu fosse feliz. Quando isso aconteceu, oficializei meu casamento com minha esposa, Mara, já que vivíamos amasiados havia 17 anos. Nossa família foi restaurada; o amor, o carinho e o desejo foram despertados. Esse foi o milagre que Jesus operou em minha vida e na minha família.
Como ficou sua carreira após a conversão? Você continuou se apresentando nas bandas?
Quando aceitei Jesus, o Espírito Santo começou a agir na minha vida e levou-me a entender que o dom de cantar e de compor foi Deus quem me deu. Eu me questionava se era possível servir a Deus e permanecer naquele meio. Sentia-me desconfortável, pois não podia mais ser conivente com as coisas que eu via. Então conversei com minha esposa, e com o apoio dela decidi abandonar tudo. Ainda cumpri alguns compromissos relacionados ao carnaval, e depois me afastei. Há quase três anos não faço mais nenhum trabalho secular, nem músicas que não são louvores a Deus eu componho.
Como seus amigos do meio artístico receberam essa decisão?
Houve quem me incentivasse, alguns viram como oportunismo, outros chegaram a dizer que eu estava louco por abandonar o sucesso, a fama e uma banda que todo mundo conhecia para ser evangélico, andar de Bíblia na mão. Infelizmente, há pessoas que não entendem o mundo espiritual. Somente quem vive uma experiência com Cristo pode compreender uma decisão como essa. A Bíblia nos ensina a reter o que é bom. Busco seguir esse conselho, sou feliz, e é isso o que importa para mim.
Como fez para sustentar a família depois de abandonar a carreira secular?
Deus teve extrema misericórdia de mim, pois não permitiu que eu perdesse tudo. Ele disse: “Vou conservar tudo o que você tem. Você passará por um deserto, mas se tornará um novo homem”. E foi isso o que Ele fez. Transformou-me em um novo homem, com novos princípios, nova conduta, e uma nova índole. Glorifico a Deus, pois se Ele me tirou daquele caminho foi porque tem algo melhor para mim.
Você considera sua estreia na Central Gospel Music como esse algo melhor de Deus para você?
Com certeza. Vejo como uma grande porta, uma oportunidade de testemunhar que Deus é muito bom e de mostrar que louvar é diferente de cantar. Quando louvamos, expressamos nossa gratidão, reconhecemos nossa pequenez diante do Senhor, confessamos que há um Deus maior e que a adoração e os aplausos devem ser para Ele. Durante algum tempo eu não enxergava isso. Minha entrada na Central é a oportunidade de mostrar essa porta ao Brasil e ao mundo. Por algum tempo os desejos pessoais e carnais prevaleceram em detrimento do espiritual, mas o Senhor me renovou e me deu a chance de escrever uma nova história.
Qual é sua expectativa para esse novo tempo na Central Gospel Music?
A melhor possível. Estou feliz, quero compartilhar do amor de Cristo por meio dos louvores, testemunhar a grande obra que Ele fez em minha vida e alcançar muitas vidas para Cristo.
Suas músicas sempre valorizaram o ritmo baiano. Você mantém esse estilo em seu CD?
O louvor que canto hoje é muito diferente das músicas que cantava antes, embora tenha o mesmo ritmo. Essa é a minha característica, a minha origem, porém sou um adorador, que louva a Deus com músicas que tocam suavemente o coração das pessoas. Meu disco é muito eclético. Tem canções animadas, mas também tem músicas de reflexão, de adoração. Misturo as tendências, pois não quero ser taxado de artista do axé.
E como foi a produção do disco?
No período de um ano pedi a direção de Deus, e o Senhor me inspirou na composição das músicas. Produzi o disco no meu próprio estúdio, pois minha intenção era lançá-lo de forma independente. No encontro com a Central Gospel Music, apresentei o trabalho pronto. A gravadora constatou que a essência do álbum era suficiente para lançá-lo, e entrou com a produção, com a sofisticação. O disco traduz a essência do primeiro amor, e a união com a Central Gospel, um ministério sério e organizado, tem tudo para dar certo.
O CD possui quantas faixas?
São 13 músicas, entre elas uma parceria com Paulo Lima e Davi Fernandes, na canção Que amor é esse?, e uma com Gene Ramos, na faixa Deus é bom demais, carro-chefe do CD. A produção leva minha assinatura.
O disco será lançado próximo ao carnaval. Essa época tem algum significado para você?
É uma época estratégica porque tive uma ligação muito forte com o carnaval. O disco revela um novo homem, alguém que experimentou a salvação em Cristo e que tem o objetivo de mostrar às pessoas que é possível cantar louvores, adorar ao Senhor e anunciar a mensagem de Deus, que salva o ser humano.
Você congrega na Igreja Lírio dos Vales, liderada pelo pastor Rogério Dantas, em Salvador. Você exerce algum ministério em sua igreja?
No momento não tenho cargo, mas participo dos cultos e, às quintas-feiras, louvo ao Senhor. Sou um levita, um servo, uma pessoa que leva a Palavra e que ampara o próximo.
Você vem de uma família que não é cristã. Como tem sido a receptividade de seus familiares ao evangelho?
Minha mãe já está visitando a igreja, e tenho falado do amor de Jesus a todos eles. Minha mulher e meus filhos já são batizados. Sempre que possível minha esposa viaja comigo, justamente o que não acontecia quando ia para os shows. Há muitos casamentos que necessitam de restauração, que estão prestes a acabar, e testemunhamos do que Deus tem feito em nossa família, em nosso casamento. Queremos mostrar às pessoas que Deus é poderoso para reverter e transformar circunstâncias, basta que abram o coração para que Jesus opere o milagre, assim como Ele fez com minha família.

Fonte: Central Gospel / Jornal Gospel News

08/02/2011 

Deus nos livre de um Brasil evangélico

Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles, em avenidas, com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.
Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação, mas hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. A mensagem subliminar da grande placa, para quem conhece a cultura do movimento, era de que os evangélicos sonham com o dia quando a cidade, o estado, o país se converterem em massa e a terra dos tupiniquins virar num país legitimamente evangélico.
Quando afirmo que o sonho é que impere o movimento evangélico, não me refiro ao cristianismo, mas a esse subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento Evangélico. E a esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar "crente", com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira).
Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse essa tal levedação radical do Brasil.
Imagino uma Genebra brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo moreno. Mas, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Não gosto de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Será que prevaleceriam as paupérrimas poesias do cancioneiro gospel? As rádios tocariam sem parar “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”?
Uma história minimamente parecida com a dos puritanos provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?
Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse o alucinado Charles Darwin. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos e Derridá nunca teria uma tradução para o português.
Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, pesquisados como desajustados para ganharem o rótulo de loucos, pederastas, hereges.
Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir ao estádio ou de ligar a televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada de várzea aconteceria quando?
Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu; basta uma espiada no histórico de Suas Excelências nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para saber que isso aconteceria.
Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos.
Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro a perguntar: Como seria uma emissora liderada por eles? Adianto a resposta: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante.
Prefiro, sem pestanejar, textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série “Deixados para Trás” ou do Max Lucado.
Toda a teocracia se tornará totalitária, toda a tentativa de homogeneizar a cultura, obscurantista e todo o esforço de higienizar os costumes, moralista.
O projeto cristão visa preparar para a vida. Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus. Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de elogio como aquele soldado que cuidou do escravo.
Levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador.
Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.
Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim é pastor da Igreja Betesda de São Paulo e presidente da Convenção Nacional da denominação. Presidente do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos. Gondim é casado com Silvia Geruza Rodrigues, pai de três filhos - Carolina, 29; Cynthia, 27; e Pedro, 19 - e avô de Gabriela, Felipe e Felipe Naran. Nascido em 1954, em Fortaleza, Ceará, é formado em Administração de Empresas. Viveu nos Estados Unidos onde obteve formação teológica no Gênesis Training Center em Santa Rosa, Califórnia.
Ministra palestras e conferências. É colunista das revistas evangélicas ''Ultimato'' e ''Enfoque Gospel''. Como escritor, Gondim é autor de livros como ''O Evangelho da Nova Era'', ''Santos em Guerra'', ''Saduceus e Fariseus'', ''Creia na Possibilidade da Vitória'', ''É Proibido'' - obra indicada ao prêmio Jabuti, de literatura brasileira -, ''Artesão de uma Nova História'', ''Como vencer a Inconstância'', ''A presença imperceptível de Deus'', ''Do Púlpito 5'', ''O que os evangélicos (não) falam'', ''Creio, mas tenho dúvidas'', e ''Sem perder a Alma'', o mais recente.

Via: www.guiame.com.br


06/02/2011

Espírito de Prostituição e de Adultério: Um Fenômeno Global - por Caio Fábio

Jesus disse que nos acautelássemos das conseqüências da embriaguês, da orgia e das preocupações deste mundo.

Ele disse isto pois a energia liberada pelo mundo afora em razão de tais práticas, haveriam de se tornar uma “pulsão global” no últimos dias.

Com isto Jesus não se referia à prática de tais coisas, o que, do ponto de vista do Evangelho, não têm seu espaço num coração que tenha sido tomado pelo espírito do entendimento da Palavra de Jesus.

Na realidade Jesus se referia às “conseqüências” de tais coisas. E mais: o contexto tem a ver com uma conversa Dele com os Seus discípulos, para os quais tais comportamentos obviamente estavam fora de cogitação como prática.

Todavia, as “conseqüências vibratórias” dessas práticas globalizadas — “pois esse dia virá sobre todos os habitantes da terra”, disse Jesus — podem atingir a qualquer um, mesmo que tal pessoa não as pratique.

Entretanto, mesmo quem não as pratica, pelo simples fato de habitar a Terra, já as prova como “pulsão” na alma. Sim, passa a conhecer o poder invisível de tais “conseqüências vibratórias”.

Assim, se fica sabendo que mesmo quem não se entrega ao torpor de toda sorte de embriaguês, seja a alcoólica, seja a das drogas, seja a dos surtos de grandeza narcisista, seja da embriaguês do poder e da luxúria — ainda assim pode se embriagar por outros torpores também; e os pode experimentar como estranhas pulsões na alma.

Acerca da orgia, não há muitos aplicativos subjetivos para ela, assim como há para a embriaguês; pois orgia, é orgia; e suruba e bacanal, são apenas o que são, sem muitas aplicações subjetivas a serem criadas; exceto aquelas que surgem com aplicativo de natureza de “orgia virtual, bacanal virtual e chat surubentos, etc..., via internet.

Já acerca das “preocupações deste mundo”, Jesus diz que elas podem nos engatar na pauta global de aflições e desesperos, os quais são sempre indutores de auto-destruição. Assim, muitas vezes, mesmo sem saber a causa, pode-se ficar fibrilante por tal pulsão global de preocupação; a qual é mais que uma “cultura materialista”. Sendo, de fato, muito mais que isto.

Na realidade tudo isto tem a ver com uma acumulação no Inconsciente Coletivo, a qual é usada e devolvida aos homens de modo processado e elaborado pelos Principados e Potestades.

Ora, tais realidades invisíveis se manifestam como tesões inexplicáveis, carências insuportáveis, insatisfações sem razão de ser, desejos crescentemente fetichistas; e também como uma ardente vontade de provar, de conhecer, de experimentar, de comer, de ser comido, de se entregar, de se ferrar, de ser literalmente ferrado, de usar e ser usado, etc...— e isto ainda que tais coisas nunca saiam do coração a fim de se factualizarem debaixo do sol.

Todavia, mesmo na subjetividade, elas criam na alma “as conseqüências vibratórias” como fantasia e virtualidade; ou mesmo que seja apenas como um “sentir” — um estado mental, emocional e afetivo ou desafetivo; porém mais que real.

Ora, é por essa “presença na alma”, e por tais angustias espalhadas pelas redes visíveis e invisíveis na Terra, que a existência está acontecendo em estado de cío; e a alma se debate em angustias como quem vive no Armagedom da Existencialidade.

E, sinceramente, o que vejo — eu que falo de Graça, amor, misericórdia e liberdade — é que está quase todo mundo assim: crentes, incrédulos, cristãos, agnósticos, médicos, psiquiatras, pastores, padres, psicólogos e analistas; assim como todos aqueles que só conhecem prazer como trepada.

Sim, estamos vivendo a hora do Cío da Humanidade; e, nesse caso, a vida em Sodoma e Gomorra era muito mais tranqüila.

Ora, tudo isto se exacerba em razão “das preocupações deste mundo”, as quais não são apenas concernentes a comer e beber, mas, sobretudo, ao que se relaciona à sobrevivência da espécie humana na Terra.

Sim, a aflição apocalíptica hiperboliza as pulsões dos corações; e substitui amor por tesão apenas; e faz paixão se tornar tão somente fixação; e faz afeto se converter em dependência; e faz amizade ter que ser validada por uma transada; e faz de todo outro do sexo oposto, uma presa a ser devorada.

A pulsão da fobia da morte somada à angustia apocalíptica que sopra como vento de ardências de cío global, em razão da ânsia de aproveitar o que resta da existência, está criando a sociedade mais tarada da história.

Em dias do fim, em dias que são os últimos, em dias de amores gelados e perversidades incendiadas pelo inferno, quem sobreviverá sem o “selo do Cordeiro em sua fronte”?

Sim, quem passará por esses dias de tribulações crescentes sem que esteja com a mente posta em Deus?

Quem, sem o sêlo do Espírito e sem andar no Espírito poderá ficar livre do espírito de morte e dissolução deste tempo?

Sim, quem que não esteja com suas emoções guardadas em Deus suportará a Opressão Global que opera como rede do inferno em todo o mundo?

Pergunto-afirmando tudo isto porque a “igreja” só tem o sêlo do antigo CGC e a marca da placa na porta. Tal “igreja” já passou para o outro lado e não sabe. Sim, porque a espiritualidade dela não é a do Cordeiro, mas sim a da Grande Babilônia.

Infelizmente o espírito dessa potestade apocalíptica tragou a alma da “igreja”.

Alguém quer prova disso? Ora, é simples oferecê-la. Afinal, quem pode negar que o salmo destes dias é o seguinte?

O Senhor pertence à minha religião, por isto eu terei todas as coisas.

Ele me promete que serei dono de muitas coisas, e me assegura que terei águas cloradas em minhas piscinas de refrigério.

Ele me dá ar condicionado para refrigerar meu corpo e assim me provar que, como Seu filho, não tenho que sofrer nem calor.

Ele me guia pelos caminhos da vantagem por amor ao meu dízimo e à minha igreja e suas campanhas de prosperidade.

Ele me livra de aindar pelo vale da sombra da morte, pois isto não é coisa de um vencedor de Deus, e menos ainda de quem já quebrou as maldições e tem a proteção dos paipóstolos.

Sua prosperidade material e Sua promessa de abater meus inimigos me consolam. Ah! Como folgo em saber que Deus é Vingador!

Assim, o meu cálice se derrama de fartura para causar inveja aos ímpios.

Ele me faz ter a honra de humilhar meus adversários, dizendo-lhes: “Bem-feito!”

Certamente que enquanto eu cumprir meus compromissos com a igreja e não faltar a nenhum culto e nem deixar de “pagar” o dízimo, sei que Deus tem a obrigação de me abençoar, e sei que ficarei fora do poder Legal do diabo quanto a oprimir a minha vida e me tirar as riquezas.

Afinal, que outra bondade Deus pode fazer ao homem?

O salmo acima é a oração da Babilônia Eclesiástica. E quem a ensinou não foi Jesus, mas o diabo, e conforme o anti-evangelho, que é o espírito do Anti-Cristo.

Nós, porém, não conhecemos a Graça de Deus para nos afundarmos na libertinagem do espírito de Cío Global que já vibra e emula quase todas as almas da terra, conforme Jesus disse que seria.

Não! Fomos libertos da culpa da Lei e das pulsões de pecado e da promiscuidade que ela, a Lei, incita na alma, NÃO a fim de pendularmos para o pólo oposto, que é a libertinagem; mas para a vida que é boa, equilibrada, solidária, limpa, e saudável.

O que não gera isto, é tudo, menos Evangelho!

O legalismo pedra a alma! A libertinagem a dissolve! A Graça cria o santo-livre-consciente, e que obedece por amor livre e grato!

Assim, quem lê, entenda e escolha!

Por isto, continue o santo a santificar-se na Graça que o inclui e o transforma; assim como continue o ser de espírito imundo a atolar-se em sua própria imundície, cercada de auto-engano; e até da libertinagem que tenta evocar a Graça de Deus como álibi para o pecado escolhido como projeto de vida.

É duro, mas é verdade!

Nele, com temor e tremor,

Pastor Caio Fábio

caiofabio.net
02/02/2011

A era da psicopatia

Jesus disse que o esfriamento do amor faria a iniqüidade se multiplicar na Terra. Por outro lado, a multiplicação da iniqüidade esfria todo amor.
Portanto, seja porque o amor esfriou ou porque a iniqüidade se multiplicou, o resultado é o mesmo: a Era do Gelo Final; os homens sem afeto; a vida sem amor; a existência como arte predatória e desalmada.
Hoje a Psicopatia é o mal da Era!
Já foi a Histeria, depois a Depressão, depois o Pânico, e, agora, a Psicopatia.
E pior: não há medicação para fazer amar com amor divino, sublime e verdadeiro!
E mais angustiante ainda:...
De acordo com Paulo em II Timóteo 3, tal Psicopatia atingiria inclusive os crentes dos últimos dias.
Inafetividade, implacabilidade, arrogância, frieza, desconsideração, irreverência, culto ao próprio ego, e, sobretudo, hipocrisia; pois, têm forma de piedade, mas são filhos da Peidade; falam de Deus, porém O negam por suas próprias obras más; sobretudo O negam por suas ações de manipulação do próximo e de sedução dele.
Psicopatia tem graus, níveis e estágios!...
Entretanto, sua maior marca é a falta de culpa quando se erra..., de arrependimento a fim de consertar o erro..., e de afetividade, no caso de nada se sentir quando se ofende o próximo!...
Veja se apesar de todos os cultos que você freqüenta sua alma já não é a de um psicopata.
Sem a prática constante do amor e sem que se exercite nele, toda alma cairá na psicopatia como doença global.
Já é fato; mas ficará tão pior que o Goleiro Bruno nem no banco desse time ficará!
Pense nisso; mas, sobretudo, olhe para o seu próprio coração.

Nele, com o amor que salva da Psicopatia desta Era,
Caio Fábio


01/02/2011  
Avivamento de superfície
Obras de superfície elegem políticos mas não conferem autenticidade de obreiro. Refiro-me a grandes movimentos, Mega igrejas, multidões, curas, exorcismos e exposição na mídia.
Desde o início, a intangível fé salvadora sofreu a oposição da diabólica salvação pelas obras. Este tipo de doutrina foi o alicerce para a construção de diversas formas de compensações.
Abraão, conhecido como pai da fé e de um povo que buscava a salvação pelas obras, não cria na eficácia do esforço próprio. Ele não embarcou nesta furada.
"Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?" (Romanos 4.1).
O mesmo critério aplicamos aos galardões, que são prêmios e bonificações conferidos a quem fez hora extra, extrapolou e extravasou, sem impulsos carnais.
Podemos nos envolver tanto com um personagem imaginário, que ações escusas deste mesmo personagem pareçam justificáveis. Coisa do tipo: "Se é para o Reino, tudo vale". Por mera conveniência, o senhor deste reino chama a si mesmo de jesus, mas diferente do original, governa com leis adaptáveis e aceita compensações. Toda ação, inclusive a mentira, que é de paternidade duvidosa, se justifica, se promover uma boa causa. No país das maravilhas cada um tem a sua interpretação particular das Escrituras.
Candidatos à cargos de executivos celestiais apresentaram o seu currículo para Jesus: "Em teu nome expulsamos demônios, distribuímos bens entre os pobres, etc, etc, etc" (Mateus 7). Uma longa lista, apresentando ações, que segundo eles, faria com que a balança pendesse mais para o seu lado bom do que o seu lado mau.
A resposta do Mestre foi curta e grossa: Não vos conheço!
O nome de Cristo, se usado com dramaticidade, parecerá uma documentação espiritual capaz de convencer a quem não possui instrumentos de detecção de última geração.
"Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus" (Romanos 4.2:).
A glória conferida pelas obras de grande visibilidade já foi desfrutada, todinha, na Terra. Não sobrará nada a ser levado para o céu. Se algum destes, conseguir passar a porteira, só lhes restará o palito do sorvete, e olhe lá!!
 
Ubirajara Crespo é pastor, escritor, conferencista, editor e diretor da Editora Naós.
Visite o Blog sob Nova Direção - http://sob-nova-direcao.blogspot.com/
Via: www.guiame.com.br 




30/01/2011

EMOCIONANTE! Menina com doença rara, é uma pequena missionária de Cristo – Assista e reflita! A menina Vitória Martins, de 14 anos, residente na cidade de São José (Grande Florianópolis), possui uma doença raríssima chamada dermatite bolhosa distrófica, mas, apesar dos incômodos da enfermidade, não cessa de se envolver na evangelização.§ Inspirada em uma adolescente missionária, a gaúcha Andressa Barragana, que morreu há alguns anos em um acidente no Rio Grande do Sul, Vitória mantém hoje um pequeno grupo com aproximadamente 30 crianças e inspirou os adultos a fazerem a diferença na obra de pregar os ensinamentos bíblicos. No caso dela, mais do que pregar, sua própria vida tem sido um testemunho! Assista Abaixo:  
Como é a sua vida? É mais dificil que desta menina? E a sua fé? Você so vive murmurando, blasfemando, querendo morrer? Levante a cabeça, tenha fé como esta pequena missionária!

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