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O pedido de habeas corpus para o pastor Marcos Pereira
foi rejeitado pela 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de
Janeiro. Esta foi a quarta vez que a justiça negou a liberdade ao
religioso que está preso desde o dia 7 de maio sob acusações de estupro.
Ao negar o pedido da defesa de Marcos Pereira, o desembargador
afirmou que a prisão dele será mantida pela “necessidade de garantia da
ordem”, segundo nota divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio de
Janeiro (TJ-RJ).
O advogado de Pereira, Marcelo Patrício, vai recorrer da decisão ao
Supremo Tribunal Federal (STF) dizendo que a última instância é a
esperança para a liberdade do pastor. “A gente já tinha ciência de que
seria difícil sair o habeas corpus aqui no Rio de Janeiro. Nossa
esperança é Brasília. Vamos levar nossa defesa para o STJ e lá vamos
conseguir o habeas corpus”.
O pedido de prisão partiu de dois inquéritos abertos onde o fundador
da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) é acusado de
estuprar mulheres que frequentavam a denominação.
A Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) investigava as acusações
feitas pelo coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, ligando Marcos
Pereira ao tráfico de drogas e ao crime organizado do Rio de Janeiro.
Foi no meio desse processo, aberto em março de 2012, que as acusações de
estupro foram surgindo e sendo investigadas.
A defesa do pastor diz que é caso de perseguição e que um esquema
para ferir a honra do religioso foi montado. A ADUD tem divulgado
diversos vídeos com relatos e depoimentos que tentam desmentir as
acusações feitas contra o religioso.
Fonte/Gospelprime