terça-feira, 3 de outubro de 2017

Polêmica: Cristã e demitida por querer usar saia no trabaho



O fato abre uma polêmica que se arrasta à anos no meio evangélico. usar ou não usar calça ou saia pode causar alguma influência na vida espiritual das mulheres? 
No Brasil algumas denominações conservadoras não abrem mão da doutrina dos usos e costumes, já outras mais liberais não interferem nas suas escolhas. 
Confira o ocorrido:
Uma garçonete filha de pastores pentecostais abriu um ação judicial contra a cadeia de restaurantes Georgia Blue. Ela alega que foi sumariamente demitida após ter pedido para usar saia em vez de jeans por uma “questão religiosa”.
Seguindo o padrão de vestimenta ensinado em sua denominação, Kaetoya Watkins, filha de Sam e Carla Watkins, que lideram a Igreja Pentecostal Unida de Natchez, Mississippi, afirma que sentia-se desconfortável com as calças apertadas que as demais garçonetes usavam.
Em um pedido junto à Comissão de Igualdade de Emprego, no processo iniciado em outubro de 2015, Kaetoya afirma que explicou ao gerente do restaurante sobre suas convicções religiosas.
Mas logo que começou a trabalhar na Georgia Blue, ela pediu para usar saia ou um vestido e acabou sendo mandada embora pois a empresa impunha o que chamava de “código de vestuário”.
Segundo as leis americanas, a imposição de um vestuário que não seja uniforme viola a Lei de Direitos Civis, de 1964. A Comissão de Igualdade de Emprego é uma agência pública, ligada ao governo dos EUA, que analisa violações dos direitos dos empregados. No primeiro parecer, alega que a rede Georgia Blue está discriminando funcionários em função de suas crenças religiosas.
“A maioria das questões religiosas podem ser resolvidas sem grandes custos, como permitir que um empregado use saia ao invés de calças”, disse a procuradora regional da Comissão Marsha L. Rucker. “Teria sido simples se o restaurante deixasse a senhora Watkins usar uma saia longa no trabalho. Nenhum trabalhador deve ser forçado a escolher entre seu trabalho ou suas convicções religiosas”.
Em sua defesa, J. William Manuel, advogado da Georgia Blue, disse que a rede não discriminou a filha do pregador devido às suas crenças pentecostais, mas não revelou qual seria o motivo da demissão. 
Reproduzida Com informações Christian Post

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