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No último domingo, 02 de junho, a missionária Viviane Brunieri – conhecida como Vivi Ronaldinha devido ao seu namoro durante 10 meses com o então jogador Ronaldo – gravou dois DVDs sobre seu testemunho de vida.
Convertida em 2009 após um período de turbulência em sua vida
pessoal, Vivi passou a estudar teologia e enxergar a possibilidade de
evangelizar a partir de seu testemunho: “Comecei a cursar teologia e a
ter uma vontade de ministrar a palavra de Deus. Demorou um ano para eu
entender que eu poderia ir a uma igreja ou a uma escola e testemunhar,
falar da minha conversão e restauração. Em 2010, comecei a ser convidada
para fazer testemunhos e sempre me procuravam e perguntavam se eu não
tinha um livro”, contou a missionária, em entrevista ao site Ego.
Os DVDs de Vivi Brunieri falam de suas experiências, mas tem
abordagens distintas: “O primeiro fala da conversão, principalmente para
os não convertidos. As pessoas têm muita curiosidade. Ali conto
detalhadamente todo o processo”, resume a ex modelo, que classifica o
segundo DVD como uma ministração: “É um DVD de pregação com um tema que
vai impactar muitas vidas. Fala sobre a prostituição de várias maneiras e
sobre drogas”.
Vivi conta que se envolveu com drogas, álcool e prostituição quando
sua carreira como modelo começou a perder status: “Eu saí com um homem
bem mais velho em troca de um valor financeiro. Esta foi minha primeira
experiência. Eu era recepcionista, mas sempre me envolvendo com algum
cliente [...] Ali eu tive meu primeiro relacionamento homossexual, as
primeiras experiências com vicio do jogo e o contato com a
metanfetamina. Foram 14 anos de dependência”, revela.
Numa entrevista ao G1, Vivi Brunieri conta que aceitou fazer um filme
pornográfico por instabilidade emocional e por querer atingir pessoas
próximas: “Estava muito louca e fiz por vingança. Eu queria atingir
algumas pessoas em um momento de muita revolta. Em todas as gravações eu
estava muito louca, cheirada. Dediquei essa cena para algumas pessoas
em uma rede social na internet”.
Segundo a missionária, na gravação de seus DVDs ela optou por usar o
antigo apelido para chamar a atenção do público: “As pessoas me associam
à ex-Ronaldinha, mas isso é positivo. Ele é usado para ganhar
vidas. Para pessoas que não conhecem o evangelho, que não se envolvem
com Jesus, mas lembram da Ronaldinha”, afirma, comemorando o que
considera uma conquista pessoal: “Foi muita luta, é uma benção. Eu sei
que é uma bomba no inferno, durante muito tempo o inferno vai ficar de
luto”.
Fonte/Gospel+