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Cerca de 100 pessoas convocadas pela Igreja Católica e por organizações de defesa da vida realizaram na terça-feira uma vigília na frente do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou na quarta-feira a descriminalização do aborto nos casos em que o feto não tem cérebro.
A vígilia promovidade pela Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) defende a "inviolabilidade do direito à vida", a dignidade da pessoa e argumenta que a "promoção do bem de todos sem qualquer forma de discriminação se refere também aos fetos anencefálicos".
Segundo o Terra, o STF retomará o caso após sete anos de deliberação. No Brasil, o aborto só é permitido nos casos de estupro ou quando a mãe corre risco de morte durante sua gestação. Em 2004, quando a ação chegou ao Supremo, a corte decidiu a descriminalização provisória do aborto nessa situação, mas três meses depois a decisão foi cancelada.
Fonte/Guiame
A vígilia promovidade pela Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) defende a "inviolabilidade do direito à vida", a dignidade da pessoa e argumenta que a "promoção do bem de todos sem qualquer forma de discriminação se refere também aos fetos anencefálicos".
Segundo o Terra, o STF retomará o caso após sete anos de deliberação. No Brasil, o aborto só é permitido nos casos de estupro ou quando a mãe corre risco de morte durante sua gestação. Em 2004, quando a ação chegou ao Supremo, a corte decidiu a descriminalização provisória do aborto nessa situação, mas três meses depois a decisão foi cancelada.
Fonte/Guiame
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